| Michele Damasceno, Divina Liturgia, Θεία Λειτουργία, XVI sec., Museo delle Icone e delle Sacre Reliquie dell'Arcidiocesi di Creta, Candia |
terça-feira, 3 de setembro de 2013
BIBLIOGRAFIA SOBRE A SANTA MISSA
BIBLIOGRAFIA SOBRE A SANTA MISSA E BENTO XVI
Le préfet du Culte Divin, le card. Canizares, explique le renouveau souhaité par Benoît XVI - 28.12.10
► 2009
Le silence et le chant liturgique d'après le Maître des cérémonies de Benoît XVI, Mgr Guido Marini - 24.11.09
La réforme de Benoît XVI - 03.10.09
Benoît XVI et l'adoration liturgique - 23.08.09
Le cardinal Cañizares nous donne le sens "VRAI" du Motu Proprio de Benoît XVI - 09.06.09
Benoît XVI : pour bien célébrer la liturgie, porter sans cesse le regard vers Dieu - 27.06.09 (5)
L'authentique liturgie sacrée, l'élévation par la célébration - 14.06.09 (4)
Benoît XVI et la dimension esthétique de la liturgie - 06.06.09 (3)
Benoît XVI et Urs von Balthasar, une amitié qui n'est pas due au hasard - 26.05.09 (2)
Pour Benoît XVI, la liturgie est la clé pour l'avenir de la foi chrétienne - 24.05.09 (1)
Mettez l’Eucharistie au centre de la vie de foi ! - 17.04.09
Liturgie et vie psychique - 14.04.09
Mgr Ranjith : Il faut une réforme de la réforme de la liturgie - 24.02.09
Nous en avons plus qu'assez - 20.02.09
Benoît XVI et la communion dans la bouche, l'héroïcité du courage d'un grand pape - 05.02.09
Se nourrir de l'Eucharistie est un événement spirituel, qui touche toute la réalité humaine - 03.01.09
Sacré, profane, et concerts dans les églises - 09.01.09
Missel : Interview du cardinal Francis Arinze - 09.01.09
Liturgie : L'ars celebrandi doit favoriser le sens du sacré - 05.01.09
Comme Benoît XVI, le card. Cañizares pense qu’il faut améliorer les messes du dimanche - 02.01.09
Dominus est : Les préférences de Benoît XVI en matière de distribution de la communion (5)
La distribution de la communion dans la main des fidèles est inopportune (4)
Benoît XVI : ce qui était sacré pour les générations précédentes l'est pour nous (3)
La façon de distribuer la Communion (2)
Se nourrir de l'Eucharistie est un événement spirituel, qui touche toute la réalité humaine (1)
Benoît XVI : recevoir l'Eucharistie signifie se mettre en attitude d'adoration
Instruction Memoriale Domini
Dites de saint Pie V (en latin)
- LE SAINT-SACRIFICE de la Messe.(Père de Cochem)
-LE PURGATOIRE et la sainte Messe.
-LA SAINTE MESSE traditionnelle est le plus grand Sacrifice de satisfaction pour les péchés.
-Peut-on être UNA-CUM Jean-Paul II ( Benoît XVI en 2005) au Saint Canon de la Messe ?
-SAINT THOMAS D'AQUIN :Une âme sacerdotale peut-elle perdre les fruits spirituels du Saint- Sacrifice de la Messe traditionnelle dite de saint Pie V en étant, au saint Canon de cette Messe, en union "una-cum" avec Benoît XVI (abbé Ratzinger, évêque et pape invalide, hérétique et schismatique)
-LES HOMMES ORDONNES DEPUIS 1968 avec le nouvel Ordo de Paul VI sont-ils vraiment prêtres, Évêques, ou bien de simples laïcs ?
- LES ÉVÊQUES SACRÉS ET LES PRÊTRES ORDONNÉS SUIVANT LE NOUVEAU RITE SONT-ILS ÉVÊQUES OU PRÊTRES ?
LES ORDINATIONS ET LES SACRES DE VATICAN II par l'Abbé Henri MOURAUX + Revue Bonum Certamen .
- Le TRENTAIN GRÉGORIEN pour la délivrance des âmes des défunts.
- BREF EXAMEN CRITIQUE de la nouvelle messe de Paul VI.
Lettre à Paul VI des Cardinaux Ottaviani et Bacci. (Elaborée entres autres par
M.L. GUERARD DES
LAURIERS o.p.
)
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Bento XVI, então, detem-se sobre a Liturgia, sobre a humildade da Liturgia cristã que é “incomensuravelmente grande”, porque nos une às fileiras dos anjos e santos na alegria festiva de Deus.
Bento XVI celebrou Missa para ex-alunos ontem.

Rádio Vaticano – “Estamos no caminho certo, se tentamos nos tornar pessoas que “descem” para servir e levar a gratuidade de Deus”. Foi o que disse, em síntese, o Papa Emérito Bento XVI na homilia da Missa celebrada na manhã deste domingo, na Capela do Governatorato, no Vaticano, por ocasião do tradicional seminário de verão ‘Schülerkreis Ratzinger’, de seus ex-alunos. O encontro dos estudantes foi realizado, como de costume, em Castel Gandolfo, mas neste ano Bento XVI não participou.
Esta 38a edição do ‘Schülerkreis Ratzinger’ foi dedicada à “Questão de Deus no contexto da secularização”, à luz da produção filosófica e teológica de Rémi Brague, teórico francês premiado no ano passado com o “Prêmio Ratzinger” para a teologia. Cerca de cinqüenta pessoas participaram da Missa concelebrada pelos Cardeais Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e Christoph Schönborn, Arcebispo de Viena, além do Prefeito da Casa Pontifícia o Arcebispo Georg Gaenswein e Barthelemy Adoukonou, Secretário do Pontifício Conselho para a Cultura e o Bispo Auxiliar de Hamburgo, Dom Hans-Jochen Jaschke.
Cada um na vida quer encontrar o seu lugar bom. Mas qual é verdadeiramente o lugar certo? A homilia de Bento XVI é, no fundo, uma resposta a este pergunta e parte do Evangelho de hoje, no qual Jesus convida a ocupar o último lugar. “Um lugar que pode parecer muito bom, pode revelar-se como um lugar muito ruim”, observou o Papa emérito, referindo-se ao que já conteceu neste mundo, também nos últimos decênios, onde vimos como “os primeiros” sofreram uma reviravolta e improvisadamente tornaram-se os últimos e aquele lugar que parecia muito bom, era ao invés disto “errado”. Também nas palavras durante a Última Ceia, os discípulos brigam pelos melhores lugares. Jesus se apresenta, ao contrário, como aquele que serve. Ele, “nascido num estábulo” e “morto numa cruz” “nos diz” – disse Bento XVI – que o lugar certo é aquele próximo a Ele, “o lugar segundo a sua medida”. E o apóstolo, enquanto enviado por Cristo “é o último na opinião do mundo” e justamente por isto está próximo a Jesus:
“Quem, neste mundo e nesta história, talvez, seja empurrado para a frente e chega ao topo, deve saber que está em perigo; deve olhar ainda mais para o Senhor, submeter-se a Ele, medir à responsabilidade pelo outro, deve tornar-se aquele que serve, aquele que na realidade está sentado aos pés do outro, e assim abençoa e por sua vez, torna-se abençoado”.
E assim, qualquer que seja o lugar que a história vai nos colocar, o que é determinante – sublinha o Papa Emérito – é “a responsabilidade diante d’Ele, e a responsabilidade pelo amor, pela justiça e pela verdade”. No Evangelho de hoje o Senhor recorda que quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado. E Bento XVI observa que “Cristo, o Filho de Deus, desce para nos servir e isto faz a essência de Deus” que “consiste em inclinar-se em direção a nós: o amor, o sim aos sofredores, a elevação da humilhação”:
“Nós nos encontramos no caminho de Jesus, no caminho certo, se em Seu lugar e como Ele tentamos nos tornar pessoas que “descem” para entrar na verdadeira grandeza, na grandeza de Deus que é a grandeza do amor”.
Bento XVI faz então na homilia uma verdadeira ‘catequese’ sobre o sentido do abaixamento de Cristo e sobre a exigência do amor de Deus. “A Cruz, na história, é o último lugar” e o “Crucifixo não tem nenhum lugar, é um não-lugar”, foi despojado, “é um ninguém”. João no Evagelho – diz Bento XVI – vê “esta humilhação extrema” como “a verdadeira exaltação”:
“Assim, Jesus é mais alto; sim, está na altura de Deus porque a altura da Cruz é a altura do amor de Deus, a altura da renúncia de si mesmo e a dedicação aos outros. Assim, este é um lugar divino e nós queremos rezar a Deus para que nos permita compreender isto sempre mais e em aceitar com humildade, cada um a seu modo, este mistério de exaltação e de humilhação”.
Por fim, o Papa Emérito recorda que Jesus nos exorta a “convidar” independente das vantagens, isto é, para convidar os coxos, os aleijados, os pobres, porque Ele próprio assim o fez convidando “a nós para a mesa de Deus”, mostrando-nos desta forma o que é gratuidade. Justamente, a economia está baseada na “justiça comutativa”, sobre ‘do ut des’, mas mesmo neste ambiente continua a ser algo gratuito, diz Bento XVI, sublinhando que “sem a gratuidade do perdão nenhuma sociedade pode crescer”, tanto é verdade que as maiores coisas na vida, ou seja, “o amor, a amizade, a bondade, o perdão”, “não podemos pagar por elas”, “são ‘grátis’, da mesma forma que, quando Deus nos dá, o faz gratuitamente”:
“Assim, mesmo na luta pela justiça no mundo, nunca devemos esquecer a “gratuidade” de Deus, o constante dar e receber, e nós devemos construir sobre o fato de que o Senhor nos dá, de que existem pessoas boas que nos dão ‘grátis’ a sua bondade, que nos suportam gratuitamente, nos amam e são boas conosco ‘grátis’; e depois nós, da nossa parte, devemos dar esta ‘gratuidade’ para aproximar o mundo de Deus, para tornarmo-nos semelhantes a Ele, para abrirmo-nos a Ele”.
Bento XVI, então, detem-se sobre a Liturgia, sobre a humildade da Liturgia cristã que é “incomensuravelmente grande”, porque nos une às fileiras dos anjos e santos na alegria festiva de Deus. E o sangue de Cristo, que está no centro da Eucaristia, significa justamente “entrar no esplendor do encontro alegre de Deus”: “este Sangue é o seu amor – concluiu Bento XVI – é a Montanha de Deus e nos abre à glória de Deus”.
sábado, 27 de julho de 2013
MISSA PONTIFICAL DO PAPA FRANCISCO NA CATEDRAL DO RIO DE JANEIRO .YOU CAN SEE NOW IN DIRECT THE HOLY MASS OF HOLY FATHER FRANCIS IN THE CATHEDRAL OF RIO DE JANEIRO. VOIR EN DIRECT LA SAINTE MESSE du Pape François à la Catédral de Rio de Janeiro. VEDERE IN DIRECTO ADESSO LA MESSA DEL PAPA FRANCESCO IN CATEDRAL A RIO DE JANEIRO
VEER AHORA MISMO EN DIRECTO LA SANTA MISSA DEL PAPA EN LACATEDRAL DE RIO DE JANEIRO
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YOU CAN SEE NOW IN DIRECT THE HOLY MASS OF HOLY FATHER FRANCIS IN THE CATHEDRAL OF RIO DE JANEIRO
VER EM DIRECTO AGORA MESMO A MISSA PONTIFICAL DO PAPA FRANCISCO NA CATEDRAL DO RIO DE JANEIRO
sexta-feira, 26 de julho de 2013
VEER AHORA MISMO EN DIRECTO LA LLEGADA DEL PAPA PARA LA VIA SACRA CON LOS JOVENES. VER EM DIRECTO AGORA MESMO A CHEGADA DO PAPA FRANCISCO NO RIO DE JANEIRO , PARA FAZER A VIA-SACRA COM OS JOVENS.L'Arrivée du Pape François à Rio de Janeiro . Chemin de Croix avec les Jeunes . YOU CAN SEE NOW IN DIRECT THE ARRIVAL OF HOLY FATHER FRANCIS IN RIO DE JANEIRO, TO THE VIA CRUCIS. VOIR EN DIRECT LA VIE SCRÉE AVEC LES JEUNES. VEDERE IN DIRECTO ADESSO IL ARRIVO DEL PAPA FRANCESCO IN A RIO DE JANEIRO PARA LA VIA SACRA
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domingo, 21 de julho de 2013
LOTTA TRA SACRO E PROFANO
LOTTA TRA SACRO E PROFANO
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titolo).
A Santa Missa é a Renovação Mística e Incruenta do Sacrifício do Calvário
1 – A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício Redentor de Cristo, começado na Sua Encarnação e consumado no Calvário.
1.1 – No Calvário, Jesus Cristo ofereceu-Se de um modo sangrento.
Na Missa, oferece-Se de um modo sacramental, debaixo das aparências do Pão e do Vinho, para continuamente aplicar a nós, que não assistimos à Sua Obra Redentora, os frutos da Sua Encarnação, do Seu Nascimento, da Sua Vida oculta e pública, da Sua Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão ao Céu.
1.2 – Tudo isto está contido na Santa Missa, que é, como diz S. Tomás:
«O Sacrifício incruento da Vítima novamente enviada pelo Pai para os nosso altares, para nos aplicar os merecimentos infinitos da Sua Redenção, nomeadamente através da Sua Paixão e Morte».
2 – «A Missa é o próprio Sacrifício que foi oferecido a Deus sobre a Cruz», diz o Concílio de Trento.
É oferecido de um modo místico e incruento (sem derramamento de sangue), mas tem o mesmo valor e a mesma eficácia, pois nos aplica os frutos da Redenção de Cristo, operada de uma vez para sempre pelo nosso Divino Redentor, há perto de dois milénios.
2.1 – Sendo certo que pelo Sacrifício da Missa não somos novamente redimidos, pois já o fomos pelo Sacrifício cruento da Cruz; o Concílio de Trento define, como dogma de Fé, que «são-nos todavia aplicados os preciosos frutos da Redenção do Sacrifício da Cruz, através do Sacrifício incruento da Eucaristia» (C. Trento XII).
3 – Na Santa Missa, o Sacerdote é Jesus Cristo, e igualmente é Ele a Vítima.
No altar, o Padre não é mais que o representante e o instrumento de que Cristo se serve, mormente para a Consagração do pão e do vinho no verdadeiro Corpo e Sangue do Senhor Jesus.
3.1 – Na Santa Missa, é Deus feito Homem que Se oferece ao Pai, a Ele próprio no Seu Verbo e ao Espírito Santo, para adorar, louvar, agradecer, reparar e pedir em nosso nome, visto sermos membros do Seu Corpo Místico.
4 – «Todas as boas obras reunidas não equivalem ao Santo Sacrifício da Missa, porque são obras de homens, enquanto que a Missa é Obra de Deus.
O martírio humano [por mais valioso e doloroso que seja] não é quase nada, comparado com a Santa Missa, porque é o sacrifício que o homem faz a Deus da sua vida.
Mas a Santa Missa é o Sacrifício (supremo) que (o próprio) Deus faz do Seu Corpo e Sangue por Amor dos homens [pelo que tem valor infinito]».(S. João Maria Vianney / Santo Cura de Ars)
5 – «Nenhuma língua humana pode expressar os enormes e preciosos frutos e graças que emanam da Celebração do Santo Sacrifício da Missa, em especial para os fiéis dignamente participantes:
O pecador encontra ali a disposição para a sua reconciliação com Deus, e o justo a sua purificação e perfeição mais amplas.
Ali, os pecados são perdoados, ao menos os veniais, os vícios afogados, as virtudes aumentadas e as insídias de Satanás são desbaratadas».
(S. Lourenço Justiniano)
6 – «Uma só Missa pesa mais na balança da Justiça e da Misericórdia de Deus do que todas as orações e boas obras de todos os Santos e Missionários.
Uma só Missa dá mais Glória a Deus do que todos os milagres dos Santos e do que os cânticos dos Coros dos Anjos»(Venerável Padre Matéo).
7 – «Uma maneira óptima de obtermos qualquer graça agradável a Deus, sobretudo a conversão dos pecadores, é mandar celebrar a Santa Missa em honra da Misericórdia Divina» (Revelou Jesus a Santa Faustina).
José Mariano
1.1 – No Calvário, Jesus Cristo ofereceu-Se de um modo sangrento.
Na Missa, oferece-Se de um modo sacramental, debaixo das aparências do Pão e do Vinho, para continuamente aplicar a nós, que não assistimos à Sua Obra Redentora, os frutos da Sua Encarnação, do Seu Nascimento, da Sua Vida oculta e pública, da Sua Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão ao Céu.
1.2 – Tudo isto está contido na Santa Missa, que é, como diz S. Tomás:
«O Sacrifício incruento da Vítima novamente enviada pelo Pai para os nosso altares, para nos aplicar os merecimentos infinitos da Sua Redenção, nomeadamente através da Sua Paixão e Morte».
2 – «A Missa é o próprio Sacrifício que foi oferecido a Deus sobre a Cruz», diz o Concílio de Trento.
É oferecido de um modo místico e incruento (sem derramamento de sangue), mas tem o mesmo valor e a mesma eficácia, pois nos aplica os frutos da Redenção de Cristo, operada de uma vez para sempre pelo nosso Divino Redentor, há perto de dois milénios.
2.1 – Sendo certo que pelo Sacrifício da Missa não somos novamente redimidos, pois já o fomos pelo Sacrifício cruento da Cruz; o Concílio de Trento define, como dogma de Fé, que «são-nos todavia aplicados os preciosos frutos da Redenção do Sacrifício da Cruz, através do Sacrifício incruento da Eucaristia» (C. Trento XII).
3 – Na Santa Missa, o Sacerdote é Jesus Cristo, e igualmente é Ele a Vítima.
No altar, o Padre não é mais que o representante e o instrumento de que Cristo se serve, mormente para a Consagração do pão e do vinho no verdadeiro Corpo e Sangue do Senhor Jesus.
3.1 – Na Santa Missa, é Deus feito Homem que Se oferece ao Pai, a Ele próprio no Seu Verbo e ao Espírito Santo, para adorar, louvar, agradecer, reparar e pedir em nosso nome, visto sermos membros do Seu Corpo Místico.
4 – «Todas as boas obras reunidas não equivalem ao Santo Sacrifício da Missa, porque são obras de homens, enquanto que a Missa é Obra de Deus.
O martírio humano [por mais valioso e doloroso que seja] não é quase nada, comparado com a Santa Missa, porque é o sacrifício que o homem faz a Deus da sua vida.
Mas a Santa Missa é o Sacrifício (supremo) que (o próprio) Deus faz do Seu Corpo e Sangue por Amor dos homens [pelo que tem valor infinito]».(S. João Maria Vianney / Santo Cura de Ars)
5 – «Nenhuma língua humana pode expressar os enormes e preciosos frutos e graças que emanam da Celebração do Santo Sacrifício da Missa, em especial para os fiéis dignamente participantes:
O pecador encontra ali a disposição para a sua reconciliação com Deus, e o justo a sua purificação e perfeição mais amplas.
Ali, os pecados são perdoados, ao menos os veniais, os vícios afogados, as virtudes aumentadas e as insídias de Satanás são desbaratadas».
(S. Lourenço Justiniano)
6 – «Uma só Missa pesa mais na balança da Justiça e da Misericórdia de Deus do que todas as orações e boas obras de todos os Santos e Missionários.
Uma só Missa dá mais Glória a Deus do que todos os milagres dos Santos e do que os cânticos dos Coros dos Anjos»(Venerável Padre Matéo).
7 – «Uma maneira óptima de obtermos qualquer graça agradável a Deus, sobretudo a conversão dos pecadores, é mandar celebrar a Santa Missa em honra da Misericórdia Divina» (Revelou Jesus a Santa Faustina).
José Mariano
fonte
sábado, 20 de julho de 2013
Vivre l'Eucharistie avec Marie
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Vivre l'Eucharistie avec Marie
La Vierge nous accueille - rites d'introduction
Marie est là qui nous accueille à chaque Eucharistie, comme elle accueillait
les convives de Cana. La messe commence par un « rite d’accueil », et ce rite
devrait être vécu avec Marie. Particulièrement les jours de fête et à l'occasion de la célébration des sacrements, le ministère de l'accueil devrait être développé. La Mère du Seigneur devrait alors être contemplée comme celle qui accueille les disciples du Fils dans la salle de la célébration, dans l'église.
Ecouter la Parole avec la Vierge de l'écoute
Sainte Marie fait connaître au monde la Parole qui sauve. Sainte Catherine Sienne (1347-1380) s'exclame : « 0 Marie, mon doux amour, en toi le Verbe est écrit, lui de qui avons la doctrine de la vie ; tu es la table qui nous donne cette doctrine. » Saint Sophrone de Jérusalem († 638) appelle Marie "Liber Verbes", le Livre ouvert de Christ sagesse, car de son sein virginal on peut contempler et écouter le Verbe divin. Marie est ainsi accueillie par l'Église comme Mère et Maîtresse de la vie spirituelle. Elle montre comment la parole biblique, qui grâce à son fiat s’est incarnée en elle, se réalise encore grâce au fiat généreux des fidèles qui participent à la sainte Messe.
Entendre l’homélie avec Marie
En dialoguant avec l'ange, la Vierge assume la maternité divine de manière
responsable. Son dialogue n'exprime pas de doute, mais une stupeur devant la
grandeur et à la nouveauté incompréhensible de l'annonce (Lc 1, 29-35). En même
temps, ce dialogue souligne une demande de clarification pour qu'elle puisse
adhérer consciemment à la proposition de Dieu. De même, lors de l’homélie, le dialogue entre Dieu le Père et son peuple célébrant est un accueil et une assimilation de la Parole. Par sa nature, l'homélie se propose d’inviter les croyants à dialoguer avec Dieu le Père. Entendre l'homélie après l'écoute de la Parole, c'est demander, presque comme Marie, "Comment cela peut-il se faire ?" (Lc 1, 34). Comment cette Parole peut-elle s’incarner en moi ? En Occident, pendant le Moyen-Âge tardif, au début et à la fin de l'homélie, on récitait à genoux un "Ave Maria", comme pour souligner comment les croyants apprenaient de Marie à écouter et à incarner la Parole.
Vivre la prière Eucharistique avec Marie
Marie dans la liturgie eucharistique se présente comme la Mère glorieuse qui
dévoile les qualités divines du Pain céleste. Chemin des divins Mystères, Marie est appelée la « Mère mystagogique ». Et, comme l’Esprit a agi en Marie à l’Annonciation en la sanctifiant, de même il opère par les dons eucharistiques en ceux qui y communient.
Saint Jean Damascène dit :
"Tu demandes comment le pain devient Corps du Christ, et le vin ... Sang du Christ ? Moi, je te dis: le Saint-Esprit fait irruption et accomplit cela qui surpasse toute parole et toute pensée... Qu’il te suffise d’entendre que c’est par le Saint-Esprit, de même que c’est de la Sainte Vierge et par le Saint-Esprit que le Seigneur, par lui-même et en lui-même, assuma la chair." Saint Ephrem dit : "Voilà le Feu de l’Esprit dans le sein de sa Mère, voilà le Feu de l’Esprit dans le fleuve du Jourdain. Feu et Esprit dans notre baptême, dans le Pain et dans le Calice, Feu et Esprit."
Communier avec Marie, l’épouse royale
Au moment de la communion, l'Église Épouse devienne dans l'Esprit "une chair
unique" avec le Sauveur, son Époux de sang. Marie est la Mère et l’épouse toute
sainte du Seigneur Dieu. Marie préside souverainement aux noces eschatologiques du Fils avec l'Église (cf. Ap 19,6-9). Elle partage la gloire du Fils ressuscité. Elle le prie de préparer la table, à faire asseoir les disciples, et elle se réjouit complètement quand le Fils passe les servir lui-même (cf. Lc 12,37; 22,29-30). En mangeant au banquet du Seigneur les chrétiens anticipent, en tant que disciples, le banquet céleste du Père. Mais avant de le vivre au Ciel, ils doivent, comme Marie, grandir dans ce mystère indicible, à travers la célébration fréquente de l'Eucharistie et la consommation du corps et du sang du Seigneur.
La Vierge et l’envoi en mission
Après l'Annonciation, mue par l’Esprit, la Vierge se rend rapidement et
dynamiquement chez sa parente Elisabeth pour la sanctification de Jean le
Baptiste et la profession de foi d'Elisabeth. Marie est le modèle pour le fidèle. Après l'action eucharistique, commence la mission, l'annonce, la louange de Dieu dans le monde et l'engagement pour la sanctification des frères. En outre, Marie, forte dans sa foi, reste debout près de la Croix, de même aussi les chrétiens, une fois la célébration terminée, ne sont pas abattus à cause du péché et de l'égoïsme, mais ils vivent ressuscités dans la puissance de l'Esprit du Christ, en accomplissant les oeuvres de la Résurrection (cf. Gal 5,22). SOURCE |
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